Nos últimos cinco anos, foi possível perceber uma febre de brilho em todos os lugares: de sapatos, bolsas e roupas a celulares, unhas e até coleiras de animais.  E o nome por trás de todo esse brilho é Swarovski.

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Fundada há mais de um século, a marca ainda é um negócio de família e não para de crescer. São raras as marcas que fazem o mesmo sucesso entre uma mulher que acabou de voltar de uma semana de moda, uma mulher comum nas ruas, uma adolescente e até mesmo uma aposentada. Mas os cristais Swarovski fazem isso. Afinal, todos gostam de um pouco de brilho, e os cristais levam até cada uma dessas pessoas um pequeno pedaço da alta moda.

Essa democratização e ao mesmo tempo individualismo, a capacidade de estar presente em inúmeros produtos, são as razões que fazem da marca Swarovski um sucesso mesmo depois de tanto tempo no mercado.  No ano passado, o volume de negócios da Swarovski foi de mais de € 2 bilhões. A empresa hoje emprega mais de 30 mil pessoas e possui 1.084 lojas próprias.

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Apesar de fazer muito sucesso, como pode ser visto em eventos como o São Paulo Fashion Week e o Fashion Rio, a indústria da moda brasileira nunca atraiu grandes investimentos. Nos últimos anos, contudo, isso começou a mudar: desde 2008, observamos grande movimentação de aquisição de grifes e formação de grupos empresariais de moda.

Este movimento de profissionalização é reflexo do aumento de taxas de emprego e renda, o que torna todos os setores ligados ao consumo mais atraentes para investidores. Para as próprias grifes, a administração profissional também é bem-vinda, já que muitas nascem do talento de um estilista, que normalmente não está preparado para enfrentar os problemas e desafios de uma grande empresa.

Para saber mais

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Depois de um ano de negociações, a maior parte das ações da Proenza Schouler, fundada em 2002 por Jack McCollough e Lazaro Hernandez, agora pertence a um grupo de investidores de Nova Iorque liderado por John Howard, CEO da empresa da investimentos Irving Place Capital, e Adrew Rosen, executivo por trás das marcas Theory e Helmut Lang.

A Permira, dona do Valentino Fashion Group e que havia comprado a grife Proenza Schouler em 2007, manterá participação como sócia minoritária.

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O F-commerce, ou e-commerce pelo Facebook, já despertou o interesse de milhares de varejistas online. Contudo existem algumas dificuldades. Aqui, você encontra mais algumas dicas de como vender neste novo canal digital.

(Para ler a Parte 1 clique aqui)

3. Venda totalmente integrada ao Facebook
A 1-800-Flowers inovou com um processo de venda que não tira o usuário do ambiente do Facebook – tudo pode ser feito da própria rede, sem que a experiência do usuário seja interrompida ou que qualquer funcionalidade seja comprometida. A Delta Airlines integrou um sistema completo de venda, permitindo que o usuário promova a marca. A rede brasileira Maria Bonita recentemente lançou e-commerce no Facebook seguindo os mesmos moldes.

4. iFrames vs. Apps do Facebook
Existem duas maneiras d exibir páginas no Facebook, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Os iFrames são o principal método para entrega de conteúdo utilizado pelas empresas. Utilizado por Lady Gaga, Justin Bieber e Best Buy, este método se destaca pela simplicidade. A 1-800-Flowers e a Delta Airlines vendem através de Apps do Facebook, que oferecem a possibilidade de aumentar a área útil, porém são mais difícieis de implementar e manter.

O futuro do F-commerce

Uma das primeiras incursões do Facebook no comércio eletrônico em 2007 causou alguns problemas com privacidade. A iniciativa original, denominada Project Beacon, foi prontamente abandonada, porém a imagem negativa ainda assombra alguns usuários. Existem ainda problemas com o tempo de resposta do site e área útil menor. Além disto, muitos defendem a opinião de que as pessoas acessam redes sociais para se comunicar com seus amigos, não para comprar produtos.

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O imenso sucesso do Facebook, com 750 milhões de usuários ativos, é suficiente para despertar o interesse de varejistas online. Mas além de oportunidades únicas, também existem algumas dificuldades. Primeiramente, usuários do Facebook têm mais a fazer do que comprar, já que a finalidade da rede é a interação social. Neste ambiente, a propaganda boca-a-boca é tudo.

Denominada F-commerce, a venda no Facebook tem grande potencial, muitos defensores e críticos. Aqui você encontra algumas dicas de como vender neste novo canal digital.

1. Venda facilitada pelo Facebook
Utilizando plugins e o botão “Curtir”, empresas podem trazer um pouco do universo do Facebook para a experiência de compra. Uma abordagem mais sofisticada envolve o API Facebook Open Graph, que busca informações do usuário como seus amigos, interesses e o que ele curtiu. Com este recurso, a Amazon leva seus usuários a uma página personalizada com informações de seus amigos como aniversários e listas de desejos, caso possuam. Perfeito quando você não sabe o que comprar de presente para um colega de escritório.

2. Venda iniciada pelo Facebook
Se você tem uma conta corporativa, pode fazer uma página de sua empresa no Facebook, mas em algum momento a navegação deve ser transferida a um e-commerce externo. Só há um problema: ao sair do Facebook, todas as funções sociais da rede são perdidas. As lojas de Justin Bieber e Lady Gaga permitem que o usuário navegue pelos produtos dentro do Facebook, mas assim que clicam sobre um produto, são levados a sites externos, quebrando a experiência de compra social. A Best Buy, por outro lado, permite que usuários estendam essa experiência: quando clicam em algum produto, existe a opção de perguntar sobre o produto a seus amigos antes do redirecionamento ao e-commerce externo.

Fique ligado em nossos próximos posts para mais dicas sobre vendas no Facebook!

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