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De helicópteros à bolsas da Hermès, a indústria francesa de luxo aproveita o crescimento econômico brasileiro para se estabelecer no país.

As marcas apostam na evolução do gosto do consumidor. Segundo Eric Fajole, os consumidores do luxo francês ainda encontram-se na fase de empolgação. A aposta é que com o tempo, este novo milionário adquira hábitos mais sofisticados, como os das tradicionais famílias brasileiras.

O mercado, estimado em 8,2 bilhões de dólares para este ano, é muito promissor. No Brasil, as classes altas totalizam 10 milhões de pessoas e já é o segundo mercado do continente americano, atrás apenas dos Estados Unidos.

A Hermès, a Chanele a Petrossian já têm lojas em São Paulo, cidade que concentra 75% da consumação do setor. Todas as marcas de luxo vão progredir tanto em São Paulo como em cidades como Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Além de sua atuação nos mercados mais tradicionais, a indústria francesa também está presente em nichos muito específicos, como o dos helicópteros para executivos que querem escapar do trânsito.

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