O mercado do luxo, assim como qualquer outro, sofre grandes modificações com o passar do tempo. O mesmo ocorre com o conceito do que é considerado luxo. Se há anos atrás a tendência eram os produtos que exibiam logos gigantescos de grifes caras e famosas, e nos últimos tempos o luxo foi marcado pela discrição, logo esse cenário poderá mudar novamente.
A previsão é de que o luxo do futuro seja marcado pelo resgate do primitivo, da natureza. Assim, o que mais atrairá clientes serão os produtos que combinam alta tecnologia com materiais simples e rústicos.
Outro fator importante que a indústria do luxo deve considerar são os novos mercados e a cultura de cada um. Não é mais possível adotar uma postura monocultural. A China, que ocupa o primeiro lugar como o país emergente mais estratégico para grifes, tem sido um mercado de teste, onde as empresas experimentam ações locais e voltadas muito especificamente para o que os consumidores chineses consideram luxo.
No país, o consumo de luxo é sinônimo de estar na moda. No Brasil, que ocupa o segundo lugar na lista, luxo significa alta qualidade. É preciso estar atento às necessidades e aos desejos dos consumidores em cada país do mundo e moldar as ações de acordo com a cultura e comportamento de cada um.
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