Pesquisas realizadas nas últimas semanas mostraram que os consumidores ricos dos Estados Unidos estão mais seletivos. Embora muitas dessas pessoas tenham passado ilesas pela crise, sem perder imóveis ou empregos, elas foram profundamente afetadas pela situação ao seu redor. Enquanto em 2010 cerca de 31% dos consumidores afirmavam esperar produtos entrarem em promoção para comprá-los, em 2011 esse número subiu para 38%.
Hoje, os consumidores consideram produtos de luxo aqueles que existem em quantidade limitada ou que possuem qualidade emocional, não apenas uma etiqueta com um preço alto. Esse novo comportamento parece mudar a visão que a indústria do luxo tinha, de que “a redução do preço diminui o prestígio do produto”. De acordo com uma pesquisa realizada em abril pela American Affluence Research Center, 60% dos consumidores dizem que descontos não afetam sua opinião sobre as marcas.
A Harrison Group anualmente faz pesquisas com consumidores ricos e pergunta se concordam com a frase “Estou disposto a pagar mais por produtos de grife porque são os mais elegantes e modernos”. No começo de 2008, 51% dos entrevistados concordava com a afirmação. Três anos depois, apenas 32% concordam.
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