A estilista Stella McCartney chegou em São Paulo nesta terça-feira, 22, para a festa de lançamento de sua linha fast fashion para a C&A.
O Atelier de Marketing esteve presente no evento, que lotou de convidados a Casa Panamericana, no Alto de Pinheiros. Stella chegou por volta das 23h e deu uma volta pelos salões repletos de estilistas, modelos, bookers, jornalistas de moda e potenciais compradoras. A única exigência de Stella foi a de que festa fosse sustentável: não havia cadeiras de couro, os móveis precisavam ser de madeira certificada e toda a comida era vegetariana.
A coleção exclusiva começou a ser vendida no dia 23 de março nas lojas de todo o Brasil e também pelo site da C&A. A peça mais cara, um casaqueto de paetês, custa R$499,00, um preço muito abaixo do que o de qualquer outra peça que leva sua marca. Stella contou que, para a coleção, a intenção foi “recriar alguns dos estilos mais fortes da marca e adaptá-los para as mulheres brasileiras numa faixa de preço diferente”, garantindo, sempre, o controle de qualidade Stella McCartney.
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Durante os dias 22 a 25 de março, São Paulo recebe diversas grifes britânicas de alto luxo para o British Lifestyle, que acontece no Centro Brasileiro Britânico.
O Atelier De Marketing compareceu ao evento, que é organizado pelo UK Trade & Investment, departamento do governo britânico que promove o comércio e investimentos internacionais, auxiliando empresas britânicas a entrar no mercado internacional e apoiando companhias estrangeiras que queiram investir no Reino Unido.
De acordo com Simone Ricci, gerente comercial para os setores de Indústrias Criativas, Bens de Consumo e Educação & Treinamento do UK Trade & Investment – Brazil, um dos objetivos do evento é “fazer a ponte comercial para que as novas marcas britânicas tenham sucesso no Brasil”. Ela afirma que, devido ao crescimento do mercado de brasileiro, o potencial de negócio dessas marcas no Brasil é muito grande.
O público do evento é formado por investidores, importadores, agentes e formadores de opinião. Entre as marcas participantes estão Johnstons Cashmere, Lipsy, John Foster, Mamas & Papas, Edward Green e Caramel.
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A Bulgari fez uma parceria com a Faculdade de Gestão SDA Bocconi, de Milão, para criar um MBA com o nome da marca. Os alunos, em vez de se especializarem em Finanças ou Marketing, terão três meses de aula na sede da Bulgari em Roma e dois meses em um projeto em um dos escritórios da companhia.
Com o crescimento do mercado de luxo pelo mundo, especialmente na Ásia, faz todo o sentido ter um curso especializado nesse tipo de negócio. O MBA da Bulgari é, provavelmente, apenas o primeiro de uma geração de nosso cursos voltados para essa área. No entanto, Patrick De Greve, diretor geral da Vlerick Leuven Gen Business School, da Bélgica, se diz preocupado com o fato de o curso ser muito limitado. “Aprender sobre a indústria não é aprender sobre apenas um modelo de negócios. O contato com a Bulgari é ótimo, sem dúvida, mas e Ferrari, Mont Blanc ou Rolex? Você realmente estudará bens de luxo, ou apenas a cultura de uma só companhia?”.
Para ler mais: Bulgari MBA is the first os a new generation
A grife francesa Louis Vuitton está lançando seu primeiro aplicativo para iPhone, o “Amble with Louis Vuitton”, que reforça seu conceito “Art of Travel”. Ao ser ativado, o aplicativo mostra ao usuário os melhores locais que existem próximos a ele. Além disso, é possível fazer seus próprios registros do passeio e compartilhá-los com outros viajantes. O aplicativo também traz dicas de famosos como Sofia Coppola, Andre Saraiva, Elodie Bouchez, Christie Turlington e Rachel Weisz e permite acesso ao Louis Vuitton City Guide.
Uma de suas falhas é não possuir integração automática com outras mídias sociais, como Twitter e Facebook – o que atrapalha a busca por amigos e pode prejudicar o potencial de crescimento do aplicativo.
De acordo com Pietro Beccari, vice-presidente de Marketing e Comunicações da grife, “o objetivo não é apenas servir como um guia de viagem, mas transformar cada passeio em uma enriquecedora experiência pessoal”.
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De acordo com uma pesquisa do IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial), há quatro perfis de consumidores de moda no país: Multiplicador, Seguidor, Funcional e Independente.
Os Funcionais se importam mais em estar bem vestidos do que em estar na moda. Procuram o equilíbrio entre preço e qualidade e preferem fazer suas compras nas épocas de liquidação, quando os preços estão mais baixos. Embora vistam-se bem, não influenciam as pessoas de seu convívio. Representam 50% da população e são mais freqüentes nas classes B2 e C (65,7%), entre 25 a 34 anos.
Os Independentes não se importam com marcas e moda, querem apenas praticidade e conforto pelo melhor preço. Representam 8% da população e são mais freqüentes nas classes B2 e C, em geral homens maduros acima de 35 anos. Compram produtos em qualquer fase de vida, já que não são influenciados pelas novidades do mercado.
Os dados da pesquisa mostraram também que a exposição do produto no PDV e sua comunicação, como em anúncios de jornais e revistas ou comerciais de TV, influenciam no momento da compra de consumidores de todos os perfis.
A pesquisa, que levou em consideração a última compra efetuada por cada entrevistado, foi realizada em 2010 com 3,3 mil consumidores voluntários de ambos os sexos, com idade acima de 15 anos, de todas as classes sociais e diferentes Estados do país.
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Uma pesquisa realizada pelo IEMI (Instituto de Estudos e Marketing Industrial) identificou quatro perfis de consumidores de vestuário no mercado brasileiro: Multiplicador, Seguidor, Funcional e Independente.
Os Multiplicadores são os primeiros a comprar as novidades. Um dos dados que surpreenderam foi que 56% dos Multiplicadores são do sexo masculino. Esses consumidores geralmente compram por impulso, buscam status através da moda, valorizam marcas, qualidade, estilo e também se dispõem a pagar mais por isso. Representam 3% da população e, embora tenham maior ocorrência nas classes A e B1 (60,4%), estão presentes em todas as faixas de poder de compra e em grupos jovens entre 15 e 24 anos. Entre eles, 81,8% (ou 43,9% do total dos entrevistados) gastam mais de R$ 200 por mês com roupas.
Os Seguidores também estão por dentro das últimas novidades, mas preferem comprar o produto no auge da venda, quando os preços não são tão altos. Dão mais importância ao estilo da peça do que à sua qualidade, já que buscam marcas que reflitam sua personalidade. Representam 39% da população e a maioria são jovens de 25 a 34 anos das classes B2 e C (58,7%), sendo 50,4% homens e 49,6% mulheres.
(…) Continua
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