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Os games e aplicativos são muito mais do que lazer, diversão e funcionalidades. São um universo de oportunidades que não para de se expandir. E o que está cada vez mais presente na vida, nos computadores, nos playstations e nos smartphones das pessoas. A  Fecomercio realizou um debate sobre as possibilidades, os desafios e os obstáculos que este novo mercado enfrenta para crescer no Brasil.<
Para aquecer a discussão, o Portal Fecomercio conversou com dois dos participantes do evento. Moacyr Alves Jr., administrador de empresas e entusiasta do projeto Jogo Justo, que atua em prol de uma melhor condição para a indústria e comércio de videogames no Brasil, é quem aponta a alta carga tributária como maior vilão do mercado brasileiro de games. “No Brasil, os games são tratados como jogos de azar, forçando a alta tributação”, esclarece.
Atração no debate da Fecomercio, o garoto Pedro Franceschi, 14 anos, desenvolvedor mobile, que aos 13 anos criou aplicativos para iPhone, também entrou na discussão. “O mercado brasileiro de games precisa de investimento. É um mercado enorme, com pouquíssimos software houses desenvolvendo.”

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