Os games e aplicativos são muito mais do que lazer, diversão e funcionalidades. São um universo de oportunidades que não para de se expandir. E o que está cada vez mais presente na vida, nos computadores, nos playstations e nos smartphones das pessoas. A Fecomercio realizou um debate sobre as possibilidades, os desafios e os obstáculos que este novo mercado enfrenta para crescer no Brasil.<
Para aquecer a discussão, o Portal Fecomercio conversou com dois dos participantes do evento. Moacyr Alves Jr., administrador de empresas e entusiasta do projeto Jogo Justo, que atua em prol de uma melhor condição para a indústria e comércio de videogames no Brasil, é quem aponta a alta carga tributária como maior vilão do mercado brasileiro de games. “No Brasil, os games são tratados como jogos de azar, forçando a alta tributação”, esclarece.
Atração no debate da Fecomercio, o garoto Pedro Franceschi, 14 anos, desenvolvedor mobile, que aos 13 anos criou aplicativos para iPhone, também entrou na discussão. “O mercado brasileiro de games precisa de investimento. É um mercado enorme, com pouquíssimos software houses desenvolvendo.”
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O belenense André Lima começou a se interessar por moda feminina influenciado pela força e personalidade de mulheres com sua mãe a sua avó e hoje faz parte definitivamente do line-up do SPFW. Em entrevista concedida ao portal Terra, ele conversou sobre sua coleção outono-inverno 2011, seus gostos e como suas raízes influenciam suas criações.
André diz que as pessoas podem esperar mais fluidez em sua nova coleção. Trabalhando há algum tempo com peças mais estruturadas, ele diz que agora criou peças que misturam elementos arquitetônicos com outros fluidos.
Quando o assunto é o universo feminino, André diz que, muito mais do que um cabelo ou maquiagem, tudo é uma questão de atitude. Atitude e exuberância são também traços marcantes em suas criações. Ele alega que o processo de criação ocorre de maneira natural, com a absorção de todo tipo de referência, sem um tema pré-especificado. No entanto, influências de sua terra natal, Belém do Pará, fazem com que cada peça sua tenha um toque exuberante. Isso não significa cores ou detalhes em excesso. “Ao contrário do que muitos pensam, a exuberância não é uma aquarela, um pássaro, uma coisa escandalosa, megacolorida. Às vezes, ela está no preto”, diz o estilista.
André diz que o varejo brasileiro precisa acompanhar a evolução e a importância da moda e apostar mais nas tendências. Quando questionado sobre pessoas que consideram a moda uma futilidade, ele rebate: “É isso mesmo. Moda é uma futilidade deliciosa. Uma vida sem futilidades deve ser horrível.”
Leia aqui a entrevista completa.
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De 27 de janeiro até 1º de fevereiro, o Hotel Unique, em São Paulo, recebeu a única feira de moda do país especializada no mercado de luxo. No evento, o atacado de luxo foi tratado com o mesmo glamour do varejo. Expositores e compradores puderam apreciar pratos do renomado chef Emmanuel Bassoleil enquanto fechavam negócios. Alexandre Cerqueira, um dos organizadores do evento, diz que o objetivo é “ser o Cidade Jardim (shopping de luxo de São Paulo) do atacado”.
A feira contou com 38 grifes, entre elas Carina Duek, Glória Coelho, Reinaldo Lourenço e as recém-integradas ao grupo Butler&Wilson e Issa London, da brasileira Daniella Helayel. A intenção é que, nas próximas edições, exista um espaço especial para joias e também workshops e palestras com personalidades nacionais e internacionais sobre o mercado da moda.
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Num mercado de € 1 trilhão, é preciso estar atento às necessidades de cada cliente. O mercado de pessoas entre 65 e 80 anos, por exemplo, não deve ser subestimado, já que atualmente, com melhor forma física e mais longevidade , elas estão sempre em busca de experiências de valor. Outro dado que deve ser levado em consideração: as mulheres são responsáveis por 80% das compras de produtos e serviços de luxo.
Além de todos esses dados que retratam a situação atual do segmento, o BCG indica algumas estratégias cruciais para que uma empresa mantenha-se firme no mercado de luxo:
- Prover “valor”
- Oferecer experiência
- Usar novos meios de comunicação de maneira criativa
- Construir marcas fortes (com consistência)
- Aplicar estratégias inovadoras de varejo
- Adotar a responsabilidade social
Para ler mais: Mercado do Novo Luxo
Continuação de: O Novo Mundo do Luxo Parte 1 – O que Mudou?
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