Após a queda em 2009 o mercado do luxo global volta a respirar em 2010 com uma previsão de faturamento de US$ 6,45 milhões. A estabilidade da economia, o aumento do poder aquisitivo da classe média e a ascensão dos “ultraricos” são alguns dos fatores que elevaram sua auto-estima.
Hoje, o Brasil, “Mesmo sob o impacto da crise econômica mundial, o luxo obteve uma expansão de 11,5% no ano passado, superando as expectativas de crescer 8%”, diz Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria e Conhecimento. E desta forma tornou-se destino de várias renomadas grifes internacionais, como grupo LVMH, Cartier, Hermes, Lacoste e Chanel.
Só a cidade de São Paulo concentra 70% do faturamento do setor, lugares como o Shopping Cidade Jardim, Iguatemi e a Rua Oscar Freire mostram em suas vitrines a razão desta concentração.
No entanto, não apenas no país, mas em todo o globo, a pirataria é um dos principais geradores de prejuízo financeiro, tanto em quantidade de vendas quanto na imagem das marcas. E mesmo com ações do governo e de departamentos especializados das próprias empresas, a pirataria ainda é responsável pela perda de 7% do lucro anuam da indústria que movimenta cerca de US$ 600 bilhões/ano no mundo.
Fonte: Luxury Lab
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