Couro Liso

Os níveis de contratação do setor do couro não têm acompanhado o ritmo da indústria nacional calçadista, segundo o presidente do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Wolfgang Goerlich. O dirigente contou que a indústria teve seus melhores patamares entre 2007 e 2008, mas com a crise o número de pessoas empregadas caiu de 50 mil para 44 mil, e ainda não houve recuperação. Algumas empresas têm terceirizado serviços, em vez de contratar mais.

Gorelich acredita que só haverá recuperação integral dos empregos quando se tiver um câmbio mais favorável.

Fonte: Fashion Mag

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Mercado de Luxo GLS
Somente em 2009, o Pink Money – expressão usada para diferenciar os lucros do mercado GLS- consumiu R$ 100 bilhões em turismo no mundo, segundo dados da IGLTA (Associação Internacional de Turismo de Gays e Lésbicas).
As empresas, de olho nesse público que possui uma renda 30% maior que a dos heterossexuais, têm lançado produtos exclusivos, que vão de pacotes turísticos, como os cruzeiros GLS, a lançamentos imobiliários em redutos gays, como a rua Frei Caneca, na Consolação (zona central de São Paulo).
A exclusividade chega até mesmo aos cartões de crédito. Este ano foi lançado o “Arco Íris Card”, da empresa JJCL Brasil Cartões. A empresa afirma que dois bancos estão interessados no produto, mas que o envolvimento das empresas como esse público ainda é tímido no Brasil, em comparação com os EUA.

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A moda, como a conhecemos hoje, tem muito a agradecer a Paul Poiret. Foi ele que, há mais de cem anos, criou conceitos que atualmente são seguidos por muitas coleções da alta costura.

Suas criações possuíam inspirações no classicismo, orientalismo, simbolismo e primitivismo.  Ele introduziu na alta costura cores vivas e características orientais e exóticas.Na década de 20, com a introdução no novo estilo sóbrio e menos feminino implantado por Coco Chanel, os modelos de Poiret perderam espaço no mundo na moda.

Suas criações cheias de cores, leves e soltas, formaram a base que definiriam as criações do mundo da moda até os dias de hoje.

Fonte: Comunidade de Moda

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As mulheres acima do peso têm um motivo para comemorar. As grifes Marc Jacobs, Chanel, Alexander McQueen, Valentino, Dolce&Gabbana, Fendi e Oscar de la Renta anunciaram, no início do terceiro trimestre, que irão comercializar modelos de suas criações em tamanhos grandes.

A estratégia, além de ser uma ação positiva para a imagem das marcas, pretende atingir um mercado estimado em US$ 27 bilhões em todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde aponta que existe pelo menos 1,6 bilhão de pessoas obesas no mundo, e a projeção é de que 2,3 bilhões de pessoas cheguem a 2015 acima do peso.

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Fonte: Moda & Business

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O mercado de luxo no Brasil passa por seu melhor momento: grifes famosas, como Aston Martin, Bentley, Burberry e Hermès, chegam ao país, e as marcas já estabelecidas expandem seus negócios. A previsão é de que haja um crescimento de mais de 50% este ano e, apesar da disputa entre carros, jóias e cosméticos no mercado de luxo brasileiro, a liderança absoluta é do mundo da moda. A moda representa hoje 27% do mercado AAA.

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Fonte: Época Negócios

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luxo

Após a queda em 2009 o mercado do luxo global volta a respirar em 2010 com uma previsão de faturamento de US$ 6,45 milhões. A estabilidade da economia, o aumento do poder aquisitivo da classe média e a ascensão dos “ultraricos” são alguns dos fatores que elevaram sua auto-estima.

Hoje, o Brasil, “Mesmo sob o impacto da crise econômica mundial, o luxo obteve uma expansão de 11,5% no ano passado, superando as expectativas de crescer 8%”, diz Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria e Conhecimento. E desta forma tornou-se destino de várias renomadas grifes internacionais, como grupo LVMH, Cartier, Hermes, Lacoste e Chanel.

Só a cidade de São Paulo concentra 70% do faturamento do setor, lugares como o Shopping Cidade Jardim, Iguatemi e a Rua Oscar Freire mostram em suas vitrines a razão desta concentração.

No entanto, não apenas no país, mas em todo o globo, a pirataria é um dos principais geradores de prejuízo financeiro, tanto em quantidade de vendas quanto na imagem das marcas. E mesmo com ações do governo e de departamentos especializados das próprias empresas, a pirataria ainda é responsável pela perda de 7% do lucro anuam da indústria que movimenta cerca de US$ 600 bilhões/ano no mundo.

Fonte: Luxury Lab

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