Empresas vão criar joint-venture para gerir novas publicações a nova companhia também planeja desenvolver um negócio digital.
As editoras Condé Nast e Globo anunciaram nesta segunda-feira (26) uma parceria para publicação de títulos da primeira no Brasil. A nova empresa, que terá o nome de Edições Globo-Condé Nast, irá gerir os títulos Vogue no país – que incluem, além da Vogue, as revistas Casa Vogue, Vogue Noivas e Vogue Passarelas.
A Editora Globo terá 70% da nova empresa e a norte-americana irá deter os restantes 30%.
“Além das revistas, a joint venture planeja desenvolver um negócio digital no mercado brasileiro, com base nas marcas que deterá”, dizem as empresas em nota.
Fonte: G1
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A marca de luxo Chanel vai abrir uma nova loja em São Paulo, em outubro. A grife não comenta sua estratégia, mas Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria, avalia que a empresa ainda tem espaço para crescer no Brasil - mas bem menos do que na Ásia.
“Chanel e Hermès (que abriu sua primeira loja no Brasil em 2009) são dois grandes bastiões do luxo, seu processo de expansão é limitado”, diz Ferreirinha. Ele estima que, nos próximos cinco anos, o Brasil deve abrigar quatro ou cinco lojas da Chanel – todas concentradas em São Paulo, que ele acredita que tem mercado para mais uma loja além das duas desse ano e no Rio de Janeiro – no máximo Brasília abrigaria uma loja da grife.
O consultor acredita que, atualmente, os mercados mais interessantes quanto a crescimento, para a Chanel, sejam Ásia e China – com exceção dos mercados consolidados da Europa e Estados Unidos. O Brasil é visto como interessante a médio e longo prazo, enquanto Ásia e China – citadas separadas de propósito – têm potencial mais imediato.
O crescimento de vendas estimado entre 2009 e 2010 para a Chanel, no mundo, é de 2 bilhões de euros e 3 bilhões de euros, segundo a MCF consultoria. O valor da marca é avaliado em 6 bilhões de dólares – ocupando a 59ª posição no ranking das marcas mais valiosas do mundo. A Chanel não comenta sua estratégia, tampouco divulga seus números de vendas.
Daslu
A Chanel mantinha uma parceria com a Daslu no Brasil há 15 anos. Neste ano, a grife francesa assumiu a operação de sua loja no shopping Cidade Jardim, em São Paulo, e abriu uma loja de perfumes e cosméticos no Rio de Janeiro, da mesma forma que fez em São Paulo antes de abrir sua loja completa. “Perfumaria e cosméticos são um termômetro da marca”, diz Ferreirinha.
A Daslu exerceu o papel de trazer para o país marcas que nem pensavam no mercado brasileiro, segundo Ferreirinha. As dificuldades enfrentadas pela loja de Eliana Tranchesi recentemente apenas anteciparam um momento de as marcas resolverem andar sozinhas no país, de acordo com o consultor. “O Brasil é outro país. Nós mudamos muito”, diz. “A Chanel obrigatoriamente buscaria isso, porque a brasileira é uma grande consumidora de Chanel no mundo”, afirma.
Fonte: Portal Exame
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No mundo todo, os jovens movimentam um mercado de mais de US$ 600 bilhões por ano. Só no Brasil, segundo a última Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE, são mais de 33 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos, ou 17,6% da população do País. Isso justifica a crescente preocupação das empresas em analisar este mercado, reconhecendo seu papel de consumidores e de influenciadores nas compras de toda a família. Para o universo teen, o vestir e o vestuário são símbolos de manifestação social, de afirmação e principalmente de manifestação da sua personalidade, tornando-se um dos principais meios de comunicação entre eles.
Fonte: Fashion Mag
Buscando a definicação de luxo, uma pesquisa realizada pela APPM – Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado, ouviu, no mês de abril, as impressões sobre o tema junto a 100 paulistanos de classe média alta. De acordo com a empresa, diversas possibilidades foram levantadas com o estudo. Pelos resultados, a questão pode ser analisada sob duas vertentes. Uma delas, mais explícita, mostra que o tema está diretamente relacionado a gastos, custos e valores altos. A outra, mais subjetiva e filosófica, aposta em atitudes, escolhas e estilo de vida.
Fonte: Fashion Mag
A grife italiana de luxo Prada terminou o ano de 2009 com um aumento de 2,8% no lucro operacional, graças à abertura de novas lojas.
O grupo, que conta entre as suas marcas a Miu Miu e a Church’s, obteve um lucro de 290 milhões de euros, contra os 282 milhões de euros em 2008, enquanto sua receita caiu 5% para 1,56 bilhões de euros. Neste contexto, as vendas no varejo subiram 14%, mas as vendas no atacado caíram, especialmente nos Estados Unidos, como resultado de uma desaceleração das atividades das lojas de departamento.
Fonte: Fashion Mag









